quarta-feira, 4 de abril de 2012




ESSA VIDA RASTEIRA,
COLCHÃO FININHO
ESSE PENDOR A SANTIDADE
ESTA DOR QUE NÃO LARGA, 
NEM DEIXA RONCHAS 
IMENSA SAUDADE DE MAIS TARDE
MEU RESPEITO A LOUCURA
AO IMORAL, A MENDIGUEZ...
FOI DEPOIS  QUE MAÑANEI. 
MAS AGORA SEI:
SÓ POR MEIO DA POESIA

 NÃO SUCUMBIREI

2 comentários:

  1. Sempre bom ler sua poesia. Imagino que o tempo seja cada vez menor como o meu mas você devia escrever mais, pelo menos por aqui. Até.

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    1. ok, Lopesinha...valeu pelo estimulo! xêro ´=)

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